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Janeiro Verde: nova forma de rastreamento para o câncer de colo de útero contribui para diagnóstico precoce da doença

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  • 7 jan 2026
  • Notícias, Portal de Prevenção

O mês de janeiro se veste de verde para alertar a sociedade sobre uma doença que, apesar de ser altamente evitável, ainda é o terceiro tumor mais frequente na população feminina no Brasil (atrás apenas das mamas e do colorretal): o câncer de colo de útero.

De acordo com as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), para cada ano do triênio 2023-2025, são esperados 17.010 novos casos no país. Em Minas Gerais, a atenção deve ser redobrada, já que o estado segue a tendência nacional de alta incidência. No entanto, o cenário atual traz esperança com avanços tecnológicos no SUS e estratégias de prevenção cada vez mais eficazes.

Prevenção: o caminho além da vacina

De acordo com Pollyana Junia, enfermeira e membro do Núcleo de Prevenção do Grupo Luta Pela Vida, há duas formas de prevenção contra o câncer de colo de útero:

Prevenção Primária: focada em evitar a infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV), associado ao risco elevado de câncer de colo de útero. A vacinação contra o HPV (disponível no SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos) é o método mais eficaz. Além disso, o uso de preservativos durante a relação sexual é essencial, pois reduz a transmissão do vírus e de outras ISTs, e a evitar o tabagismo.

Prevenção Secundária: consiste no rastreamento para detectar alterações celulares antes que elas se transformem em câncer. É aqui que entram os exames periódicos, como o Papanicolau – recomendado para mulheres de 25 a 64 anos que já iniciaram atividade sexual. Inicialmente, deve ser realizado uma vez por ano e, após dois exames normais consecutivos, passa a ser feito a cada 3 anos. Além disso, recentemente, o exame DNA-HPV também está sendo incorporado como uma forma de rastreamento.

Entre os fatores de risco da doença estão o início precoce da vida sexual, múltiplos parceiros, tabagismo e a não realização de exames de rastreamento ao longo da vida.

O exame de DNA-HPV no SUS

Uma das atualizações mais importantes no cenário da saúde pública brasileira é a incorporação do teste molecular de DNA-HPV oncogênico. Desde meados de 2024, o SUS iniciou a implementação gradual deste teste para substituir o tradicional Papanicolau como principal ferramenta de rastreio. Entenda abaixo:

CaracterísticaPapanicolauTeste de DNA-HPV
O que buscaAlterações visíveis nas células.Presença do material genético do vírus.
SensibilidadeModerada (pode exigir repetições frequentes).Alta (detecta o risco muito antes da lesão surgir).
FrequênciaGeralmente a cada 3 anos (após dois anuais normais).Pode permitir intervalos maiores entre exames (até 5 anos).
Status no SUSDisponível em todo o país.Em implementação gradual.

“O Papanicolau continua válido e recomendado nos locais onde o novo teste ainda não foi incorporado”, ressalta Pollyana.

O papel da Atenção Primária

De acordo com a profissional, muitas mulheres ainda deixam de realizar o preventivo por desconhecimento, medo ou vergonham, além de barreiras de acesso aos serviços de saúde, como horários restritos, dificuldades de agendamento e falhas no seguimento dos resultados.

“Esses fatores afetam sobretudo mulheres em contextos de maior vulnerabilidade social. A Atenção Primária (postos de saúde e unidade da família) pode enfrentar essas barreiras por meio de educação em saúde clara e contínua, acolhimento, busca ativa das mulheres na faixa etária indicada e organização do cuidado, garantindo realização do exame e acompanhamento adequado”, pontua Pollyana.

Atenção aos sinais e sintomas

O câncer de colo de útero é silencioso em suas fases iniciais. Quando os sintomas aparecem, a doença geralmente já está em estágio mais avançado. Fique atenta a:

  • Sangramento vaginal anormal (após relações sexuais ou fora do período menstrual);
  • Corrimento vaginal persistente com odor ou coloração alterada;
  • Dor pélvica ou dor durante a relação sexual.

O diagnóstico precoce salva vidas. Quando descoberto no início, as chances de cura são altíssimas e o tratamento é muito menos agressivo.

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