
Três décadas de história são feitas de memórias, superações e, acima de tudo, de muitas mãos que se unem em prol do próximo. Como parte das celebrações dos 30 anos de fundação, o Grupo Luta Pela Vida (GLPV) inaugurou, no dia 30 de junho, um espaço definitivo de memórias: o Memorial de 30 anos.
Instalado na sede da própria instituição, o novo espaço foi planejado para ser um ponto de encontro entre o passado, o presente e o futuro da luta contra o câncer na nossa região. O evento de inauguração reuniu diretores, colaboradores e os voluntários que ajudam a construir essa trajetória diariamente.
Um mergulho na história da solidariedade
O Memorial foi concebido como uma verdadeira viagem no tempo. Quem visita o local pode conferir de perto um acervo histórico que inclui lembranças de campanhas publicitárias antigas, convites de eventos marcantes que movimentaram a sociedade e reportagens de imprensa que registraram o crescimento da instituição e do Hospital do Câncer em Uberlândia.
Cada detalhe exposto reflete a transparência, os desafios superados e a evolução de um sonho que começou em 1996 e se transformou em uma das maiores redes de apoio oncológico de Minas Gerais.
Uma mensagem para o futuro
Um dos momentos mais emblemáticos da inauguração foi a apresentação da Cápsula do Tempo. O compartimento especial recebeu mensagens de membros do GLPV e foi lacrado com o compromisso de ser reaberto daqui a uma década, no ano de 2036, permitindo que as futuras gerações revivam o sentimento e o cenário deste marco de 30 anos.
O presidente do Grupo Luta Pela Vida, Agnaldo Fernandes Cunha, destacou o significado profundo do espaço para a instituição e para Uberlândia. “Este Memorial guarda um pouco do coração de cada pessoa que passou por aqui nestes 30 anos. Olhar para trás nos dá o orgulho de ver onde chegamos, e fechar essa cápsula do tempo nos dá a certeza de que o nosso compromisso com o cuidado, o afeto e a busca pelo cuidado continuarão firmes para as próximas gerações. Esse espaço pertence a cada voluntário, colaborador, doador e paciente que acreditou na nossa missão”.