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Tabagismo é o principal fator de risco para o câncer de bexiga, foco da campanha Julho Roxo

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  • 26 jun 2025
  • Notícias, Portal de Prevenção

Geralmente silencioso, o câncer de bexiga é um dos tipos de câncer mais comumente identificado em estágios avançados – ou seja, quando surgem sintomas mais evidentes, como sangue na urina ou desconforto ao urinar. Por isso, a campanha Julho Roxo busca alertar para a importância do diagnóstico precoce e da adoção de hábitos saudáveis.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se que 11,3 mil casos de câncer de bexiga sejam diagnosticados no Brasil em 2025, sendo o sétimo tipo mais incidente entre homens (excluindo o câncer de pele não melanoma). Além disso, entre 2019 e 2022, mais de 19 mil pessoas morreram em decorrência da doença no país.

Tabagismo é a principal causa

O principal fator de risco para o câncer de bexiga é o tabagismo, associado a até 50% dos casos. Outros hábitos e condições também podem influenciar, como: sedentarismo, consumo excessivo de álcool, pouco ingestão de água, exposição a substâncias químicas, alguns medicamentos e suplementos dietéticos, idade avançada e histórico familiar.

Como esse tipo de câncer quase não apresenta sintomas em estágios iniciais, consultas regulares com urologista ou clínico geral são essenciais para um diagnóstico precoce. Esses profissionais podem solicitar exames de rotina capazes de identificar alterações suspeitas.

Diagnóstico e tratamento

Geralmente, o câncer de bexiga pode ser diagnosticado após exames de urina, ultrassom e principalmente cistoscopia (investigação interna da bexiga por meio do cistoscópio, instrumento dotado de câmera introduzido pela uretra).

Já os tratamentos vão depender do tipo de tumor, localização e estadiamento, variando entre quimioterapia, radioterapia ou cirurgias, que podem ser a ressecção transuretral (remoção do tumor por via uretral), cistectomia parcial (retirada de uma parte da bexiga) e cistectomia radical (remoção completa da bexiga, com a construção de um novo órgão para armazenar a urina).

A melhor estratégia, porém, é a prevenção: manter hábitos saudáveis e realizar consultas e exames periódicos são medidas fundamentais para reduzir os riscos.

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